sexta-feira, 10 de julho de 2009



Do Aquitem.org.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Tributo a Michael Jackson na Presidente Vargas

Minha singela homenagem ao rei do pop. Who's dead?

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Comendo gente no Twitter

por Leandro Ravaglia

Ao contrário do Orkut e, mais antigamente, no MSN (onde já entrou passando a pica em todo mundo), o Twitter ainda não tinha dado fruto nenhum. Apesar do monte de gostosas que segue ou por quem é seguido, ainda estava liso no serviço.

- Esse Twitter é maneiro, amigo?
- Cara, é sim.
- Mas come gente?
- Olha, fio... vou te ser sincero, tô liso ainda. Não comi ninguém por lá.
- Não? Ué? Então pra que tu tem essa porra?
- ...

Boa pergunta.

- Tava na pilha de fazer uma parada dessas pra mim, mas queria se rolasse pegação.
- Fio, não sei. Nunca ouvi papo de pegação por lá não. Pra falar a verdade, nego meio que fica lá se falando e tal, mas nunca vi nem mobilização pra se encontrar, se conhecer de verdade....
- Pô, boa merda isso então. Quero não.

Apesar do tom aborígene do amigo, ele estava certo em parte. De que adianta passar o dia nessa porra, se no final morre na punheta? E nem webcam o Twitter tem...

Entrou facinho no dia seguinte.

“Hoje eu como gente nessa porra!”

Saiu mandando mensagens diretas pras mais bonitonas dos seus contatos.

“Queria ver você do pescoço pra baixo”.

Talvez um dos recursos das mais populares seja o ar blasé. Receber um reply de algumas é fato comemorado pela nerdaiada como se fosse um boquete da Paris Hilton. E boquete deixando filmar.

Silêncio solene na caixa de mensagens.

Estava desanimando quando piscou o alerta de e-mail. O primeiro reply veio de uma das mais interessantes.

“Tem fotos no Orkut. Me acha lá”

Pelo tipo, loira, olhos claros e cara de européia, imaginou logo: “lá vem álbum conceitual: foto do cotovelo, sombra do pé na parede, gato dormindo, pôr do sol...”

A foto de biquíni já na capa do álbum foi um cala a boca sonoro.

Mensagem direta nela.

“Paçomáoein?”

A resposta veio rápida.

“Tô lendo seu blog. Tenho webcam e lingerie. ;-)”

Em outra situação, já colocaria o kit punheta (vinho, hidratante e papel higiênico) do lado do computador e chamaria para o show, mas tava querendo real.

O convite foi um pé no gogó.

“Se você tá lendo o blog mesmo, que tal me mostrar sua lingerie ao vivo? E na rua?”

Respondeu rápido novamente:

“Não sei. Vai que você é um maníaco?”

Devolveu:

“Se eu não fosse, acho que você iria ficar muito decepcionada”

A moça apareceu no GTalk. Malandrinha.

- E aí, cretino?
- E aí, dentista? Impossível não fazer a piada: fiquei de boca aberta com tuas fotos de biquíni.
- Pfffff... esperava mais de você, hein? Essa é batida, e mesmo quando era nova, era ruim.
- Vou tentar melhorar com o tempo.
- Torço por você! ;-)
- E então? Temos lingerie e webcam, é?
- Pois é. Li um negócio lá de chá de lingerie que me deixou bem “animada”.
- Que bom! E o que você costuma fazer quando fica assim?
- Me masturbo com alguém olhando.
- Já fez isso muitas vezes?
- Não. Mas foram poucas e boas.
- E isso é sempre pela webcam?
- Aham.
- Não tem vontade de fazer real não.
- Mas pra que eu iria me masturbar se tem alguém comigo pra fazer isso?
- Pra animar as preliminares. E pra testar, quanto tempo a pessoa consegue resistir e só olhar.
- Hummmm... tentador, hein?
- Eu acho.
- E onde seria isso?
- Lugar público, óbvio.
- Exemplo?
- Metrô é o primeiro que me vem à cabeça.
- Ah é? Por quê?
- Porque no último horário ou no primeiro, ele vai vazio. Fora isso, ainda tem os canos. Dá pra rolar um pole dance em movimento.
- Oooooooolha! Nunca tinha pensado nisso.
- Tá vendo como a vida pode ser mais animada que uma siririca na webcam?
- HAHAHAHAHAHAHA. Verdade. Mas e então?
- Eu é que te pergunto. E então?
- É, acho que vou arriscar o passeio. Na pior das hipóteses, paro na siririca e você que se foda.
- HAHAHAHAHAHAHA. Então tá. Vamos ver se você tem esse controle todo.
- ;-)

Já estava relaxado quando recebeu outra resposta via e-mail.

“Te mostro o pescoço pra baixo se você mostrar da cintura pra baixo”.

Famosa pelas postagens de teor sempre sexual, a menina não era de rodeios. Resolveu pilhar.

“Gosto das tuas postagens, mas acho que você é fake”.

A resposta veio rápido de novo.

“Então eu acho que você é viado. Vai tomar no seu cu!”

Espirituosa, vai?

A loira mandou um e-mail.

“Tô em dúvida sobre os modelitos. Tenho as roupas íntimas abaixo. Qual você acha mais apropriada pra um passeio de metrô?”

Anexadas, as fotos de um conjuntinho vermelho e preto e outro branco com lacinhos cor de rosa em cima da cama. Já tinha a sua preferência, mas é claro que valia atiçar. Respondeu:

“Os dois são lindos, mas depende muito do seu tom de pele”.

O reply veio sem título. Com uma foto anexa. Nela, a bela dentista aparecia sem roupa com a calcinha rosa dobradinha, tampando a buceta e a preta com os elásticos esticados, cobrindo os mamilos.

“Espero que ajude a decidir. ;-)”

Chamou no GTalk.

- Tive uma idéia.
- Ah é? Sobre?
- Sobre as calcinhas.
- Conte.
- Leva as duas. Quero que você troque no metrô.
- Geeeeente! Tu é pior do que eu pensava.
- O esporte é radical, baby. ;-)
- Tá bom. Combinado. Te encontro aonde?
- No Belmonte.
- Tá bom. Tô indo de carro. Deixo aonde lá?
- Na frente dele mesmo. Funciona a madrugada toda.
- Tá bom. Até daqui a pouco.
- Bj.

Ficou ansioso. Não se conteve e teve que contar ao amigo.

- Aí, vou comer gente hoje, fio.
- Quem é?
- Uma mina do Twitter.
- Porra! Tu não disse que não comia gente de lá?
- Pois é. Acho que nunca tinha entrado na função.
- E aí? Quem é?
- Essa ó.

Mandou o link do Orkut.

- Álbum trancado, imbecil.
- Ah é. Essa, ó.

Mandou pro amigo a foto da moça de lado, fazendo tipo modelinho.

- Eta ferro! Maneira, hein?
- Né?
- Muito. Mas e aí?
- E aí que eu vou sair com ela agora. Vamos dar uma voltinha de metrô.
- Ah, pára moleque!
- O que foi?
- Porra! Leva a mina pra um motel, cara.
- Motel é broxante.
- Pode crer. Maneiro é metrô.
- Você não tem espírito de aventura, fio.
- E você é retardado.
- Ok.

Seguiu para o ponto de encontro. Quando chegou, a dentista já o esperava.

- Já tava indo embora.
- Mentirosa. Tava nada.
- Tava sim. Tô perdendo o tesão já.
- Duvido. Tá com mais ainda. Mulher gosta de esperar. De perder o papel de “prêmio da noite”.
- Ihhhh... tá lendo o Manual do Cafajeste demais, hein? Não é por aí não.
- Mas e então? Vamos tomar um chopinho, ir pra algum lugar?
- Oi?
- O que você quer fazer?
- O que eu quero fazer? Tá de sacanagem com a minha cara?

Nessas horas, fazer o bobo é muito bom. Pra mulher ver como é irritante.

- Não pô... mas de repente você quer dar uma volta, beber alguma coisa.
- Você sabe bem o que eu quero beber. Pro metrô, anda!

“Hummm... mandona. Adoooooooooooooro!”

O vestidinho era curto. Desceu as escadas do metrô na frente e mandou que ela esperasse até que ele chegasse lá embaixo. Olhou pra cima e mandou que ela descesse e levantasse a saia. A primeira calcinha da noite era a preta e vermelha.

- Ficou bonita.
- Ficou?
- Aham. Abaixa.
- Abaixa o quê?
- A calcinha. Desce o resto da escada sem.
- Aqui?
- Pára de perguntar e tira logo essa porra.
- Tá.

Quando a dentista abaixou a calcinha, mostrou a bucetinha completamente raspada.

- Carequinha, é?
- Aham. Gosta?
- Não sei. Tenho que testar. Traz ela aqui.

A menina parou na escada uns três degraus acima dele. Levantou a sainha e mostrou a pepequinha careca e molhada.

- Já tá assim? Que delícia!
- Vamos pro vagão logo? Vai passar gente aqui.
- Se passar aqui, vai pro metrô e estraga a nossa festa de qualquer jeito. Deixa eu te chupar.
- Aqui não dá.
- Empina, anda.
- Não tem como.
- Empina. Agora.
- Vai passar gente.
- Empina essa buceta agora!

Embora a menina não se mexesse, ele foi abaixando e indo em direção ao meio de suas pernas. Chegou bem perto e ficou por um tempo só olhando, respirando perto e fazendo com que ela o sentisse ali. Quando soprava, via os pelinhos da coxa arrepiando. Encostou a língua em seu grelinho e a deixou parada nele, movendo só os lábios em volta. A menina o segurou pela cabeça e o puxou pra dentro de si, exatamente como as mulheres reclamam quando a gente faz.

- Vamos descer. Quero chupar seu pau!

Ele não respondia. Passava a língua quente entre as pernas da menina e massageava seu cuzinho com a ponta do dedo. Cuspiu nele, colocou a ponta pra dentro e o girava pra um lado e pro outro enquanto brincava com o clitóris na boca.

- Não faz isso... não quero gozar ainda...

Continuou não respondendo. Ela puxava seu cabelo e começava a gemer. Ele sentiu os joelhos onde se segurava começarem a tremer.

- Goza na minha cara, sua dentista putinha.

Sentiu o peso na menina descer todo sobre o seu rosto. Ela encaixou a buceta em seu nariz e rebolava enquanto ele a lambia. Ele colocou o pau pra fora e se masturbava enquanto a loira o molhava o rosto com a buceta. De repente, passos na escada.

- Vem gente!

Completamente descabelado, suado, ofegante e com a cara toda melada de xoxota, ele fingia que estava amarrando o sapato enquanto a menina de uns vinte e poucos anos passou por eles. A dentista estava com muito tesão.

- Vamos agora, por favor! Não pára o que você estava fazendo.

Passou pra trás dela, colocou a mão em sua bunda e foram pra bilheteria. Enquanto ela pedia os bilhetes, enterrou o dedo médio inteiro em seu rabo.

- Me dá dois bilheeEeEEEEe... ssss... tes.

O funcionário não entendeu o que ela disse.

- Como senhora?
- Me dá dois...

Enfiou-lhe o dedo de novo. Controlada, ela o apertou com o esfíncter e continuou pausadamente o pedido ao bilheteiro.

- ... bi-lhe-tes u-ni-tá-ri-os.
- Aqui estão.
- Obrig.... ssssssssss,... ada.

Seguiram em direção à plataforma.

- Tarado maluco!
- Gosta atrás, né?
- Nem vem. Quero que você coma a minha buceta!
- Ninguém disse que eu não vou comer.
- E quero que você continue de onde parou.
- Vai ser um prazer, meu bem.

Na plataforma, a menina que cruzou com eles na escada os olhava o tempo inteiro. Certamente percebeu o que estava acontecendo.

- Ali, ó. A menina te viu sendo chupada na escada. Que vergonha, hein? Uma dentista tão respeitável dando na rua igual puta.
- Me chama de puta de novo.
- PU-TA.
- SSSSSSSSSSSSSS
- Não vai ficar nada bem pra sua imagem ser vista por aí se sacanagem na rua igual uma cadelinha no cio.

Falava e enfiava a mão por trás da saia dentro de sua calcinha. Na plataforma, a menina os observava. Só havia os três na estação.

- Olha ela te vendo, ó. Doida pra que alguém lhe enfie o dedo na buceta também.
- Enfia.
- Geme pra eu ouvir.
- sssssssssssss

O trem chegou à estação. A menina entrou em um vagão e eles pegaram dois outros pra frente. O trem ainda nem havia fechado as portas e ela já estava tirando o vestido pela cabeça.
- Me come sem roupa!
- Não tira ainda. Quero ver você se exibir primeiro.
- Como assim me exibir? Me come, anda!
- Senta lá do outro lado e se masturba. Abre essa bucetinha pra mim. Me deixa com vontade de te comer.

A loira trocou de lado no trem. Lembrou da mensagem que ouve todo santo dia a caminho do trabalho.

“Os bancos de cor laranja são preferenciais para idosos, gestantes, pessoas com crianças de colo, portadores de necessidades especiais e putinhas cheias de tesão tocando siririca pros outros assistirem. Seja solidário. Ceda o lugar.”

Riu sozinho enquanto ela se ajeitava, passando cada uma das pernas por trás dos canos de metal entre os três bancos.

- Enrola as pernas neles e abre bem essa buceta.

A dentista escorregou o quadril pra baixo e ficou com as pernas flexionadas para cima, deixando a buceta e o cu abertos para que ele olhasse.

- Coloca um dedinho por trás. Enfia ele no cuzinho enquanto se masturba.
- Vem me comer! Não quero dedinho. Quero é pica!
- Ainda não está molhada o suficiente. Se alisa, anda.

O trem chegava à estação Botafogo. Pela janela, viam a única pessoa parada na plataforma ficar para a outra ponta do trem. Mesmo com as portas abertas, a loira continuou na mesma posição: pernas abertas, dedo no cu e mão na xoxota.

Quando o trem saiu, ele se levantou, colocou o pau pra fora e se aproximou dela.

- Chupa. Sem parar o que você está fazendo.

A loirinha foi de boca com vontade. Engolia já nos primeiros movimentos o pau até a metade. Mesmo se engasgando algumas vezes, seguia o vigoroso boquete com o dedo cada vez mais dentro do rabo.

Quando olhou para o lado, ele se surpreendeu com a menina que os tinha visto na estação parada no vidro da porta que liga um vagão a outro. Inicialmente dois vagões distante deles, a moça havia trocado de lugar e agora os observava. Segurou a loirinha pelos cabelos e mostrou a ela que tinham companhia.

- Olha quem tá ali.

Sem tirar o pau da boca, a dentista olhou, sorriu e continuou a mamada enquanto a menina observava os dois.

“Próxima estação: Cardeal Arcoverde”.

- Peraê, vamos ver se vai entrar alguém.
- Cala a boca e continua chupando!

A trem parou na plataforma vazia. Puxou a loira pelos cabelos e a colocou debruçada no banco, de frente pra janela. A primeira estocada foi com força. Inteiro de uma só vez.

- Isso! Me come com força!

Fazia movimentos longos, deixando que o pau quase saísse para enfiá-lo inteiro, de uma só vez. Do outro lado da janelinha, a menina que os assistia se masturbava vendo a cena. Ele parou, tirou o pau de dentro da dentista e foi até onde ela estava. Abriu a porta de um vagão, depois abriu a porta do outro. Assustada e paralizada, a menina olhava seu rosto, depois olhava o pau, com a cabeçona ainda pulsando da foda interrompida. Ele a pegou pela mão, trouxe até o vagão onde eles estavam e a colocou sentadinha na ponta do carro, com vista privilegiada para a trepada.

“Próxima estação: Siqueira Campos.”

Voltou para a dentista, que não estava entendendo muito bem, mas se divertia com a novidade.

- Agora eu sento e você vem por cima.

Ela se sentou em cima dele e se encaixou sem usar as mãos. Ele se agarrou em seus cabelos e mergulhou a cara em seus belos peitos cor de rosa que saiam do vestido. A menina já estava com as pernas abertas e a calcinha nos joelhos, com a saia enrolada na cintura. Se masturbava vigorosamente, tentando acompanhar o ritmo das enfiadas que o casal dava.

Ele olhava para ela e continuava comendo a dentista, que gemia, gritava e falava sacanagens em seu ouvido.

- Me come, seu filho da puta! Me come pra eu colocar amanhã no Twitter “o @cretino me enfiou a pica no metrô ontem.”
- Ah é? Então toma, vagabunda!

A suspendia pela bunda e puxava com força para que o pau entrasse inteiro. Colocou os dois indicadores em seu cu e o abria no ritmo das enfiadas, apontado para a menina voyeur, que já gemia e se contorcia com a mão dentro da xoxota. A dentista gritava.

- Vou gozar! Mete, filho da puta! Mete inteiro!

Sentiu o líquido escorrer pelo seu saco e molhar o banco do vagão enquanto a dentista se tremia e largava o peso do corpo sobre o dele. A agarrou pelos cabelos e arrastou para a ponta do vagão, onde a voyeur os observava sem dar uma palavra. A colocou ajoelhada em sua frente e começou a se masturbar.

“Próxima estação: Cantagalo. Estação terminal. Informamos que esta composição não fará serviço de passageiros. O desembarque é obrigatório.”

- Agora é minha vez! Quero esporrar a sua cara toda!

A dentista fechou os olhos e sorriu. O jato foi certeiro, bem no meio da cara. Enquanto esfregava o pau para espalhar a porra pelas bochechas da dentista, a menina voyeur também gozava, tendo espasmos e se contorcendo no banco. Ele levantou as calças, colocou o dedo no rosto gozado da loirinha e passou delicadamente no nariz da voyeur. Levantou a dentista pelos cabelos, secou seu rosto com a calcinha reserva e a ajudou a se recompor. As portas abriram na estação terminal. Quando eles iam saindo, a voyeur os chamou.
-Ei!
Ele virou pra trás e, antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, colocou o dedo indicador em riste nos lábios e sorriu.

- Shhh!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

A democracia de Ahmadinejad




A foto acima é apenas uma das diversas que ilustram a reportagem do site "The Big Picture", do Boston.com sobre a eleição iraniana. É uma amostra real da forma com que o presidente reeleito Mahmould Ahmadinejad trata a democracia em seu país. Se ainda há dúvidas sobre a lisura nas eleições de lá, resta aos internautas acompanharem um retrato fiel do que realmente anda acontecendo nas ruas do Irã.



Sei que o tema do blog nunca foi política, mas a pose de bom moço e defensor da democracia de Ahmadinejad me irrita. Demais.



Para ver a reportagem e todas as imagens da eleição iraniana, clique aqui.

A dica é de Marcus Vinícius Motta.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Se fosse eu, também apedrejava

Vá desenrugar a pele do caralho!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Pois é, amiguinhos. 33 anos de idade hoje e 3 de blog. Como celebridade carente de atenção, mimos e paparicos que sou, convido vocês leitores a me darem os parabéns aqui em nossa página de comentários.
Presentes, livros de João Paulo Cuenca e Will Self, jogos para Playstation (do 2 ainda. Sou pobrinho), acessórios para Fusca e fotos semi-nuas em poses sensuais (mulheres apenas) também serão bem-vindas.
OBS: Comemorarei a data na Pista 3, em Botafogo, com showzinho do excelente Paraphernália. Quem quiser chegar, 15 pratinhas, ou ainda 8, se vocês colocarem seus nominhos aqui, ó.
Viva eu!

terça-feira, 2 de junho de 2009

O Pé Feio

por Leandro Ravaglia

A menina era linda. Mas tinha pés horrorosos. Não satisfeita, estava de chinelo, como quem queria esfregar sua feiúra na cara de todos os fetichistas. A prima dela a veio apresentar.

- Essa é a Beta, minha prima.
- E aí, fia? Tudo bem?

Falava olhando para os pés. Bizarros. Era como se Deus, em sua fábrica de beldades, estivesse sem pés num dia e, para não deixar a produção parar, tivesse mandado a moça para a terra equilibrada sobre duas raquetes de frescobol. E cheios de calos. Feios. Demais.

- Tudo bem. Você tem um sotaque diferente. Não é carioca não, né?
- Sou não, fia. Sou de Brasília.
- Conheço. Tenho parentes lá.
- Acho chato.
- Achei também. Gosto mais do Rio.
- Você é carioca?
- Não. Sou mineira. Mas moro aqui faz tempo.
- Legal.
- Você não me parece estranho. Já nos conhecemos antes?
- Não sei. Estou sempre com a tua prima. Podemos ter nos visto outra vez.

“Ou então você ter sonhado comigo por todos esses anos e agora eu estar aqui, materializado na sua frente.”

- Tendi.

Continuaram conversando por bastante tempo. Tinham gostos parecidos, foram a vários shows em comum e frequentavam a Lapa quase todos os finais de semana.

- Eu entrevistei essa gordinha do Magic Numbers.
- Sério? Nossa,... meu sonho era tocar baixo que nem ela.
- Eu sou baixista também, fia.
- Mentira!
- Serinho.
- Puta que pariu!

Começava a conseguir se distrair. Mantinha o olhar do joelho pra cima, mesmo quando os dedões de unhas vermelhas sassaricavam pra lá e pra cá. Reparava ali inclusive os belos coxões da prima da amiga. Tipo Kelly Key, sabe como é?

- Alguma coisa em você me lembra a Kelly Key. Não sei o que é.
- Jurava que quando você começou a falar, ia me fazer um elogio. Acabou comigo agora.
- Pô, Kelly Key é mó gata.
- Acho ela uó.
- É nada. Passo mal.
- HAHAHAHAHAHA. Já começa a parecer elogio então.
- É pra ser.

Aos poucos, a menina entregava que ele era assunto recorrente nas conversas com a prima.

- Minha prima me disse que você faz uma massagem maravilhosa.
- Ah é?
- Aham.
- Já tive namorada fisioterapeuta. Me passou as manhas.
- Faz uma em mim?
- Assim? Sem nem me levar pra tomar um chopinho antes e me contar uma história triste?
- É! HAHAHAHAHAHAHA.

A menina gargalhou e colocou os pezões no colo dele. O procedimento padrão nessas horas é distraidamente apoiá-los na pica e fazer com que se esfreguem nela enquanto faz massagem, mas as raquetonas de Beta não animavam nada. Concentrou e começou, meio desanimado, a mexer nos pés da mineira.

- Hummmm, bom mesmo, hein?
- Nos pés eu nem tenho muito a manha. Sou bom é nas costas.

“Tentando trocar de área? Quem?”

- Ah é?
- Aham. Especialidade, fia.
- Você vai dormir aqui?

“Opaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!”

- Não sei. Ainda não fui convidado.
- Ui. Que formal.
- Ué. Tem que ser, né?
- Fica aí então.

Já tinha ido algumas vezes à casa da amiga, mas nunca entrado no quarto. Como a sala só tinha poltroninhas e um pufe, entoava mentalmente o mantra, cagando e andando para o que a menina dizia depois do convite.

“Cama de casal! Cama de casal! Cama de casal! Cama de casal!”

- Pô, pergunta a tua prima se rola. Não quero fazer o intrujão e tal.
- Rola sim. Ela já tinha me dito que talvez você dormisse aqui.
- Beleza então. Só acho que não vai ser muito bom pra minha coluna dormir aqui nessa poltroninha.
- Você vai dormir lá dentro, né? Dãaaaaa! Mas vamos dormir juntos.
- Nós dois?
- Na verdade, nós três. Eu, você e minha prima.

Sabe quando o pau endurece rápido? Pode acontecer uma coisa chamada “efeito berimbau”.

O EFEITO BERIMBAU: Enrolado ou colado na cabecinha do pirulito, os pentelhinhos esticam quando o pau endurece, causando incômodo e dor no proprietário de ambos.

Ouviu até o toque de capoeira: “Tin din din din tshc tin din din”

Se ajeitou e continuou.

-E tem cama pra todo mundo?
- Tem. É uma de casal king size.
“TIN DIN DIN DIN TSHC TIN DIN DIN”

- Sei.

A amiga nunca o deu o menor mole, mas de repente, se já tinha sido assunto, poderia passar o bambu nas duas (expressão máxima da masculinidade macha), com o velho truque da massagem.

Pensando nisso, melhor entupir as duas de cana.

- Tem cerveja ainda?
- Mais três.
- Só?
- Só, mas tem umas bebidas aí no bar. Conhaque, licor, cachaça...
- Sei fazer uns drinks.
- Boa! Prepara algum aí pra gente.

Era mentira. Sabia porra nenhuma. Mas como na hora da sobrevivência, gato late e minhoca pia, catou um punhado de garrafas e foi pra cozinha.

A geladeira tinha suco de limão e de uva. Lembrou da receita de um amigo, que misturava álcool de cozinha a suco. “Mas e o gosto?”, você pode perguntar. Quebre uma balinha dessas Halls preta e jogue junto na garrafa. Nem dá pra notar o álcool na bebida.

Voltou com a jarrinha pra sala.

- O que é isso, fio?
- Drink surpresa.
- HAHAHAHAHAHA. Medo.
- Se não fosse bom, eu não beberia.

Deu o primeiro gole antes das meninas. Não sabia bem o que tinha feito de errado, mas o do amigo costumava ficar com um gosto bem melhor que o dele.

- Gosto estranho, hein? Me lembra Campari.

A moça estava sendo gentil. O gosto lembrava aqueles esmaltes amargos pra não roer unha.

- É uma receita supermoderna. Aprendi com o Rodrigo Santoro.

“... e Gepeto deu a ele o nome de Pinóquio...”

- Ah é? Então eu bebo!

A amiga se meteu.

- Do Rodrigo Santoro, até xixi, né prima?

Imaginou as duas no banho dourado na hora. “TIN DIN DIN DIN DIN DIN”

Passada a estranheza inicial, beberam várias rodadas de “Santoros” noite adentro. Eram quase quatro da manhã quando o convite da dona da casa veio.

- Vamos deitar, gente?

“TIN DIN DINIDNDINDINIDTINDITNDINTIDNITNDINININDTINDITNDI”

Só tinha reparado agora que durante toda a noite a prima da amiga tinha ficado sentada do seu lado. Ao vê-la deitar é que foi notar a rabaça que ela tinha. Já doidão dos “Santoros”, não conseguiu conter a piada.

- Quê isso, hein meu bem? Com um rabão desses, você tá convidada a fazer cocô lá em casa!
- KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. Retardaaaaaaadooooooooo!

A amiga era bem menor que a prima. Não sabe se por maldade ou inocência, ela arrumou um shortinho minúsculo.

- Pô, Dani... tá de sacanagem, né?
- O que foi?
- Porra! Não cabe nem uma metade da minha bunda nesse short.
- HAHAHAHAHAHAHA.

A amiga riu e pediu a opinião dele.

- O que você acha? Vai caber?
- Ô... dá e sobra.
- Aí, Beta. Tá vendo?

A mineira cuzuda foi pro banheiro. Enquanto isso a amiga se divertia.

- Gostou, né?
- Pô, obrigado. Amiga de verdade é isso aí.
- Botar a prima de bunda de fora?
- Claro. Botou, mas botou com amor.
- HAHAHAHAHAHAHA.

Quando voltou, até a mineira já se divertia com a situação. O short era tão pequeno, que ficava cavado já na frente.

- Quê eeeeeeeeeeeeesso!
- Tá demais, né? Me dá outro aí, Dani.

O manifesto foi uníssono.

- Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao! Tá óoooooooooooooooooootimo!

Ele só tinha visto de frente. Quando ela deitou, lembrou o sol surgindo atrás do morro na abertura de um antigo programa infantil.

“Das colinas bem distantes, os Telletubbies vem brincar...”

- Quê eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeesso!

“TINDINIDNIDNININIOSNGQETYHADNÇVBHARTLUIGHQLRTHÇEOIRH~QOIEHNGÇETNGJKGHW;TYKJPTUTHN”

Safadinha, a mineira reivindicou.

- Vê se tem graça? Eu aqui quase pelada e vocês dois aí, um de calça jeans e a outra de vestidão.

Ele estava com uma cueca Zorba que parece short, nada muito excitante. Porém, branca e justa, deixava o resultado da visão da bela bunda bem evidente.

A amiga repetiu a piada.

- Quê eeeeeeeeeessssssssoooooooo!
- HAHAHAHAHAHAHAHAHA.

Bêbado que estava, não sabia se as duas estavam de piadinha ou se iria realmente meter-lhes a piroca “di cum força”. A dúvida o deixava com mais tesão ainda.

- Te devo uma massagem, fia.
- Ah éeeeeeeee! Adoooooooooooooooooooooooooro!

Se arrumaram na cama. As duas se posicionaram uma em cada ponta, deixando o meio pra ele. Se não estiverem querendo dar, vai ser uma sacanagem muito grande, pois a essa altura do campeonato, ele já estava como o jogador que sai correndo pra torcida antes que a bola passe pela linha do gol.

A amiga se levantou da cama.

- Olha pra lá.

Ouvir as tachinhas do vestido batendo no chão fez o pau dar cabeçadas dentro da cueca. Rezava pra que ela viesse deitar de calcinha. Infelizmente, veio de short. Bem menos generoso que o da prima inclusive.

Começou a massagem da mineira.

- Tem óleo aí, Dani.
- Óleo não. Tem hidratante.
- Serve. Arruma aí.
- Ah, pega lá, pô. Tá na primeira prateleira do closet.

Foi até o closet. Ao abrir a porta onde estava o hidratante, viu uma calcinha caprichosamente pendurada em uma das gavetas. Teve que abrir pra dar uma olhada.

Como nunca tinha comido a amiga, não sabia que ela tinha tanto bom-gosto pra underwear. Lacinhos, fitinhas, transparências, pom-pons. Coisa linda de se ver. Pegou o hidratante e voltou pro quarto. Com o pau mais duro do que já estava.

Mas deu de cara com o pé-de-raquete.

Já viram as caras de asco daquele desenho Du, Dudu e Edu?

Teve uma idéia.

- Pô aí... o short tá pedindo uma meinha. Pra compor o look teen.
- Deixa de ser bobo, garoto. Só pedi a massagem.
- Massagem com tesão sai bem melhor.
- Ah é?
- Ô. Se sai.
- Então tá.

“Yes!”

Beta voltou do closet. A meia deu, de fato, um complemento juvenil à mocinha. Sem mostrar os pés, a mineirinha ficava linda de cima abaixo, e nosso amigo poderia se dedicar à arte da bolinação sem nenhum elemento broxante ao alcance da vista.

- Deita aqui, deita safada.
- Olha o abuso!

Falava essa semana com um amigo sobre a questão “bundas com celulite x bundas sem celulite”. Não era papo furado. Ele realmente não se incomodava quando tinha.

Mas quando não tinha...

- Benza Deus, hein meu bem?
- O que foi?
- Pô, se essa bunda peida num saco de confete, é carnaval o ano todo!
- HAHAHAHAHAHA. Pára de taradice e faz minha massagem, anda.

Sempre. Sempre se aproveita da massagem pra tirar casquinha das massageadas. Deitadinha ali, toda gostosa e com os horrorosos pés definitivamente escondidos debaixo das meias, Beta seria prato cheio para mais uma deliciosa noite de sarração, mesmo que não rolasse nada além disso.

Tá bom, vai. Se quiser dar também, não custa nada.

Apertava os ombros da mineira e ouvia os gemidinhos. A prima, deitada do lado, dava pinta de que não acordaria nem com uma queima de fogos de réveillon dentro do quarto. Quando massageava o pescoço, puxava os cabelinhos da nuca e colocava os dedos por dentro da orelha.

Sentiu a menina empinar a bunda onde ele estava sentado. Se afastou pra olhar. Linda. Enoooooorme. Sentou um pouco mais pra baixo, em uma das coxas, pra poder sarrar. Começou como que sem querer a esfregar o pau na perna da menina. Conforme subia a massagem pela coluna, vinha deslizando sentado da metade da coxa até a pica resvalar na polpinha da bunda que não cabia no shortinho. Quando a mineira passou a gemer, começou a se esfregar nela com mais força.

- Olha essa putaria aí, hein? Tô aqui, viu?

A amiga, que ele jurava que já estava dormindo, reclamou. Mas sem olhar. Bom sinal. A mineira olhou pra trás com cara de criança que apronta em casa e toma esporro da empregada. Ele fez aquele sinal de silêncio com o dedo na boca e começou a abaixar o short dela, que tentou segurar enquanto o via deslizar pelos loiros pelinhos das coxas.

- Pára! Ela vai acordar!

Fez a leitura labial do que ela disse, mas não deu muita idéia. Continuou levando o short até o pé. A calcinha, meio transparente, era quase do mesmo tamanho do shortinho, mas a marca de biquíni mínima denunciava o gosto por trajes menos proibitivos.

Continuou a massagem.

Na bunda, é claro.

- Pára, cara. Você vai me deixar com tesão e a gente não vai poder fazer nada aqui com ela do lado.
- A gente já está fazendo, fia. Não tá bom?
- Tá. É justamente esse o problema. Não vamos poder passar disso.
- Então tudo bem. A gente não passa.

Falou isso e deu um apertão nela. A mineira se empinou toda. Quando ela levantou a barriga da cama, ele aproveitou e foi subindo a blusa.

- Não, sério... não dá.
- Shhhhhhhhh!
- Ela vai acordar. NÃO DÁ!
- Shhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

Mesmo com o tom enfático com que ela fazia a mímica labial, a blusinha subiu até o suvaco, onde ela travou e não deixou subir mais.

- Vai atrapalhar a massagem – disse, também com a mímica labial.
- Meu filho, se essa blusa passar daí, a massagem vai ser o de menos.

Enfiou a mão por dentro da blusa, segurou a mineirinha pelo cabelo e fez ela passar pelo pescoço. Como ela fechou os olhos e sorriu, viu que estava liberada um pouco mais de pegada na massagem. Ela começou a rebolar e passar a mão no pau dele. Ele puxava a própria cueca para o pau aparecer e o guardava de novo enquanto ela olhava. A mineira se empinou e ficou praticamente de quatro enquanto ele sarrava. Puxou em um movimento só a calcinha até o joelho. Fazia a massagem coxa por coxa, esfregando a mão que estava pelo lado de dentro no meio das pernas de Beta. Ela colocou a mão pela cueca dele e começou a apertar. Ele colocou a cabecinha do pau no meio das pernas dela e perguntou:

- Posso?

Quando ela assentiu com a cabeça, o pau foi escorregando devagar pelo molhadinho até entrar inteiro dentro dela, que mordia o travesseiro pra não gemer. A pequena marquinha de biquíni em uma bunda tão grande virada pra cima o deixava maluco. Viu que ela estava com muito tesão com a proximidade da prima e a possibilidade dela acordar a qualquer minuto.

Não resistiu. Teve que dar um tapão.

“Scataplaaaaaft!”

Apesar da cara de pânico com que ela olhou pra trás, não esboçou a menor vontade de parar. Com isso, deu outro, ainda mais sonoro.

“Scataplaaaaaaaaaaaaaaaaft!”

A mineira se empinou toda. A prima resmungou. Sem olhar.

- Não acredito que vocês estão fazendo o que eu estou pensando.

A mineira não parou. Ele também não.

- Estamos sim. Quer olhar? – Perguntou ele.
- Eu não. Seus sem-vergonha!
- Olha, vai. Tá bonito de ver. Sua prima fica linda peladinha de quatro.
- Tarado maluco! Já sabia dessas tuas taras.
- Então olha. Se conhece de ouvir falar, é melhor ver como é, pra ter uma opinião mais isenta.

A mineira ria e rebolava. Se deliciava com a situação.

- Não vou olhar. Se fodam aí.

Ele a puxou pelo cabelo.

- Olha pra cá, putinha. Olha a sua prima fudendo, ó.
- Não vou olhar. Me solta!

Puxou o cabelo com mais força e deu outro tapa na bundona empinada.

“Scataplaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaft!”

- Olha, sua puta! Vê como o teu amigo tá comendo tua prima.
- Eu não vou dar pra você junto com ela. Não adianta.
- Não mandei você me dar. Mandei você olhar. Quero que você me veja comendo a Beta.
- Não sinto tesão nisso.
- Mentirosa.

O diálogo foi interrompido quando os gemidos da mineira foram virando gritos.

- Vou gozar!

Enfiava com força em uma e puxava a outra pelos cabelos com cada vez mais força. Quando a mineira gozou, deu um tapa na bunda da prima, que se tremeu toda.

- Seus malucos. Não podiam fazer isso na cozinha como gente normal, não?
- “Na cozinha como gente normal”? Gente normal faz na cama, não?
- Não com gente olhando.
- Hummmm... ainda bem que você não olhou, né?
- Tarado!

A gatinha mineira se virou. A beijou com vontade. O primeiro beijo deles, aliás. Completamente fora de ordem.

Deitou no meio das duas. A mineira dormiu rápido. Virou pro lado da prima e começou a alisar-lhe as coxas, pertinho da bunda. Ela tirou sua mão do meio das pernas.

- Sossega!

Virou pro lado da mineira e a abraçou. Já estava quase dormindo quando sentiu o colchão balançando atrás dele. Bom sinal. Ficaria muito frustrado se não tivesse conseguido deixar a amiga com tesão também.